QUANDO A RESPOSTA DE DEUS NÃO É A QUE ESPERÁVAMOS
Nasci em meados da década de 1970 e atravessei a juventude na década de 1990. E de lá para cá, percebo que cada vez mais, as pessoas sucumbem ao imediatismo absoluto. E elas, inclusive, aplicam esse proceder no seu relacionamento com Deus. Elas querem que Ele responda rápido e do jeito delas. Contudo, as coisas com Deus não são assim. Ele é soberano e age conforme a sua vontade, independentemente do que fizermos ou deixarmos de fazer. Mas, e quando o que pedimos tem uma motivação que julgamos justa? Por que às vezes Deus responde negativamente mesmo nesses casos? Aconteceu algo semelhante com o rei Davi, ele orou prostrado por sete dias, chorou e jejuou por um filho que estava doente. Mas, mesmo assim, Deus respondeu negativamente, e a criança morreu. Vendo assim, sem conhecer os pormenores, parece que Deus está sendo injusto, afinal, era um pai que estava clamando por seu filho doente. Mas, para não fazermos um julgamento precipitado, temos que nos inteirar do contexto...



